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Dor e vergonha

Francine Padilha – Foto: Arquivo Pessoal

Claudia Santos


Enfermidade nos braços de Francine afetou até a autoestima da menina. Apesar de muito jovem, ela aprendeu a buscar a cura

Um nódulo na axila esquerda e suor excessivo nas mãos de Francine Padilha assustaram a mãe dela, Fabiane Padilha. Após a realização de exames, veio o diagnóstico: um lipoma medindo 3,4cm. Esse tumor benigno cresce lentamente e pressiona os nervos. “A minha filha estava sentindo dor no seio esquerdo. De acordo com os médicos, ela precisaria operar.”

Em agosto do mesmo ano, apareceu outro nódulo em Francine. Dessa vez, no braço direito. “Ela não queria mais usar blusa de alcinhas ou regatas, muito menos no colégio, pois ficou com a autoestima abalada. Além disso, evitava sair de casa, porque se sentia feia e chorava ao imaginar que as pessoas estavam reparando o tumor.”

Segundo Fabiane, o custo da intervenção cirúrgica ficaria em torno de seis mil reais, e a filha protelava o procedimento, pois sabia das dificuldades financeiras dos pais. “Fiquei com aquele incômodo por cerca de três anos. Tentava, ao máximo, escondê-lo de mim mesma. Chorei muitas vezes”, desabafa a jovem.

A vitória

O dia 19 de janeiro foi decisivo para Francine. Ao saber que R. R. Soares faria uma reunião especial em Porto Alegre (RS), ela decidiu participar com sua irmã.

Durante a oração, quando o pregador clamou pela cura, Francine orou com fé. “A minha irmã pediu que eu apalpasse o nódulo do lado esquerdo, e percebi o sumiço dele. Quando o Missionário intercedeu novamente, notei o desaparecimento do problema no lado direito também. Agora, posso usar qualquer roupa sem me esconder, graças a Deus. Estou muito feliz!”


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