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“Parecia ter uma faca me cortando”

Lusiete Rispoli – Foto: Rodrigo Di Castro

Claudia Santos


Assim, Lusiete Rispoli descreve a dor que sentiu antes de ser diagnosticada com pancreatite e saber do risco de morte

Em 2019, Lusiete Rispoli sentiu forte dor no abdômen. Levada ao hospital, nenhuma anormalidade foi constada nos exames. “Fui medicada com analgésicos e retornei para casa. Porém, no dia seguinte, o problema voltou com mais intensidade, e tive de procurar uma emergência”.

Dessa vez, ela chegou à unidade hospitalar gritando de dor e vomitando. “Parecia ter uma faca me cortando. Fiz novos exames, inclusive de ressonância, e fui diagnosticada com pancreatite aguda. Os médicos disseram que o caso era muito grave. Fiquei internada 12 dias, sendo 3 deles na UTI”.

A doença se caracteriza pela inflamação repentina do pâncreas, podendo causar danos aos pulmões, rins e ao coração. O risco de morte é alto nos casos de pancreatite hemorrágica e da necrosante. Cálculos biliares e a ingestão excessiva de álcool são as principais causas. Porém, cirurgia abdominal, infecções virais – como caxumba e pneumonia – e câncer de pâncreas também podem desencadeá-la.

Órgãos estavam colados

Lusiete desenvolveu pancreatite devido a problemas na vesícula, na qual havia uma lama, de acordo com exames. “Tive de fazer uma cirurgia de emergência para limpar o órgão. Na ocasião, foi descoberto que as pontas do meu pâncreas estavam necrosando. Diante disso, foi feita uma biopsia, pois havia suspeita de câncer”. 

Além disso, o baço, o fígado e o pâncreas de Lusiete estavam colados e precisaram de lavagem para descolarem. “Após a operação, perdi peso e fiquei debilitada. A barriga ainda doía e ficava inchada. Os médicos temiam que meus rins parassem, pois também tinham sido afetados, e eu corria risco de morte”.

Recuperação total em poucos dias

Conhecedora do poder do Altíssimo, Lusiete não se deixou abalar pelas más notícias. Ela e o marido sempre assistiram ao SOS da Fé,e, naquele momento, o programa foi importante para o fortalecimento espiritual deles. “Em meio ao caos, não deixamos de crer em Deus. Meu esposo participava das orações com o Missionário R. R. Soares e, nas poucas visitas que podia me fazer, levava para mim a água consagrada ao Senhor”.

Lusiete tomava o líquido determinando a vitória e começou a melhorar. Em poucos dias, ela se recuperou, surpreendendo os especialistas. “Novos exames mostraram que a pancreatite não apresentava mais perigo. A suspeita de tumor também foi descartada. Recebi alta, e a minha vida segue normalmente. Sou grata pela minha saúde. Deus é Deus!”


2 Comments

  1. Olá, sou o Pastor João Merino!

    Fico muito feliz em ver Deus operar a obra dele na vidas das ovelhas que ele me confiou! Que Deus abençoe sua vida, minha irmã Lusiete!

    Aproveito e deixo um convite, venha estar conosco em um de nossos cultos:
    DOMINGO 07:30h | 08:30h | 10h | 15h e as 18:30h
    Quarta e Sexta: 08h | 15h | 19h

    Para até atendimento e oração: SEG a SEX – 08h as 19h

  2. Sonia Cardoso Olivares disse:

    Boa tarde! Sou uma grande amiga da Lusiete e por diversas vezes, formamos parcerias no trabalho. Posso testemunhar a grande fé que sempre fez parte de sua vida. Quando eu a visitei no hospital, estava bem debilitada e correndo risco de vida. Mas como sempre, demostrou aquela força que só é possível, aquele que crê. Sim, Lú, Jesus Cristo te curou.

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