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Corria risco de morrer na mesa de cirurgia

Foto: Arquivo pessoal

Claudia Santos


No decorrer de 15 anos, Arminda Rosa Barbosa sofreu de colelitíase, também conhecida como pedra na vesícula. O problema causa obstrução da via biliar e pode ocasionar vômito, suor excessivo e sensação extremamente desagradável no estômago e nas costas. “A doença piorava a cada dia, e os medicamentos não faziam mais efeito”.

Os especialistas falaram da necessidade de operar. Mas, segundo ela, estava difícil fazer isso em um hospital público. “Sempre havia um impedimento, e a operação era desmarcada. Com a chegada da covid-19, a situação ficou ainda pior, pois cancelaram esse tipo de tratamento”.

Vida normal

Devido à demora, Arminda ficou bastante debilitada. “Sentia dor intensa no estômago e mal podia andar. A barriga também ficava inchada. Sem poder esperar mais, consegui marcar a intervenção cirúrgica em um hospital particular”.

No entanto, ao verificarem os novos exames, os médicos fizeram um alerta. “O problema tinha se agravado, e seria um procedimento de alto risco. De acordo com eles, a vesícula poderia se romper a qualquer momento. E, caso isso acontecesse na mesa de cirurgia, eu poderia morrer”.

Após receber a notícia, Arminda foi para casa e, durante o programa do Missionário, passou a suplicar a Deus que tudo desse certo. “Além disso, tomei a água consagrada ao Senhor para que a minha saúde fosse restabelecida, e Jesus me abençoou. A operação foi um sucesso, e, hoje, levo uma vida normal, graças ao Altíssimo”.


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