Mãe, um legado para a vida toda
4 de maio de 2021
Alimentação sem desperdício
13 de maio de 2021

“Mulher Metal”

Eva não conseguia andar direito – Fotos: Divulgação IIGD

Amanda Pieranti


Eva Luiza foi chamada dessa maneira pelo Missionário após revelar que possui 21 parafusos no corpo e ter sido curada na reunião dele

Há 20 anos, Eva Luiza Pimentel foi atropelada e teve três vértebras amassadas. Ela foi operada, mas ficou com sequelas. “Os médicos colocaram 12 parafusos na minha coluna e 9 nas minhas pernas, o que me causava dor, principalmente nos joelhos. Eu mancava e era barrada na porta eletrônica dos bancos por causa das próteses.”

Durante todo esse tempo, Eva driblou o sofrimento usando remédios, mas o efeito deles era passageiro. “Muitas vezes, chorei, pois era difícil suportar tamanha aflição. Mas, ao saber do culto do Missionário, em Curitiba (PR), decidi participar, sem pensar nos obstáculos que enfrentaria.”

Ao final da reunião, além de estar andando bem, Eva fez movimentos que antes não conseguia

Ela chegou ao templo mancando. Porém, foi curada ao usar a fé durante a oração. Após o milagre, Eva contou sua história, e R. R. Soares a chamou de Mulher Metal. “Estou andando bem. Agora, vou testemunhar minha cura para meus familiares”, completou, feliz.

Ela estava confiante

Roseli Andrade

Eva foi abençoada em um dos cinco cultos realizados pelo Missionário na sede estadual da Igreja da Graça no Paraná. Quem também participou do encontro e recebeu a cura foi Roseli Andrade, que recuperou a flexibilidade do corpo. “Minha coluna e meu pescoço doíam intensamente, e eu mal conseguia mexê-los. O problema afetava meu sono e já não podia mais me abaixar.”

Diversos imprevistos quase impediram Roseli de chegar à reunião. No entanto, ela não desistiu de buscar sua bênção. “Perdi um ônibus, e o outro demorou a passar. Mesmo sentindo dor, eu me mantive firme. Cheguei à Igreja certa de que receberia a vitória. Quando o Missionário chamou para a oração, fui confiante até o altar. Agora, mexo o pescoço para todos os lados e me abaixo. É a minha vida voltando ao normal.”

Temia que as pernas ficassem paralisadas

Raimunda Maria

“Quando colocamos fé na Palavra, paramos de pensar negativamente, e os problemas de saúde ficam no passado”, afirmou R. R. Soares em um dos cultos na capital paranaense. Na ocasião, Raimunda Maria da Conceição participou do evento com a roupa encharcada, porque pegou chuva a caminho do templo.

“Enfrentar aquela água toda sem guarda-chuva não foi nada diante da dor que estava sentindo nas panturrilhas, provocada pela osteoporose e artrose. O sofrimento já durava cinco anos e me impedia de andar direito e subir escadas. Temia que minhas pernas ficassem paralisadas.”

Entretanto, na oração da fé, ela sentiu seu corpo esquentar e os membros inferiores pararam de doer. “Desde a reunião, caminho normalmente e subo as escadas da minha casa sem dificuldade.”

Em abril, R. R. Soares fez mais um culto em Curitiba, dessa vez no Paraná Clube, onde lembrou: Jesus levou sobre Si as nossas dores e enfermidades, como está escrito em Isaías, capítulo 53, versículo 4, e quem nEle crer será curado. “É inconcebível a pessoa dizer que tem fé no Mestre e continuar doente e com problemas. Não podemos ser passivos. Precisamos nos assumir em Cristo para sermos abençoados.” Na oportunidade, muitas pessoas foram curadas durante o clamor pelos enfermos.

A sede estadual da IIGD em Curitiba, liderada pelo Pr. Fernando Ferreira Albuquerque, fica na Rua José Loureiro, 603 – Centro.

Elas também receberam o milagre


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Follow by Email
Instagram
WhatsApp