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Maratona de milagres

O Missionário levou uma palavra de fé ao povo de várias cidades brasileiras – Foto: Rodrigo Di Castro

Amanda Pieranti e Claudia Santos


Seis dias, dez reuniões e muitas pessoas abençoadas. Foi assim que R. R. Soares encerrou o primeiro mês do Ano da Retomada

Com disposição e alegria, o Missionário realizou cultos em vários estados na última semana de janeiro. Essa maratona de fé começou na sede estadual da Igreja da Graça em Brasília, nos dias 24 e 25, com quatro eventos.  “A unção de Deus está aqui, e pode ter certeza de que Ele vai abençoar você”, declarou o líder da IIGD ao iniciar uma das reuniões na capital do Brasil.

Selma Soares Cordeiro Loreno foi uma das agraciadas nesse encontro. Há mais de 25 anos sofrendo de artrite degenerativa, artrose, hérnia de disco e desgaste nos ossos, ela dependia de bengala para se locomover. “Meus joelhos não dobravam, doíam bastante e travavam. Eu não saía mais sozinha. O médico chegou a me dizer que eu poderia ficar em uma cadeira de rodas, pois os tratamentos eram ineficazes”, conta.

Selma Soares – Foto: Rodrigo Di Castro

Ela entrou determinada na Igreja e alcançou a cura enquanto cantava A volta da vitória com o Missionário. “Larguei a bengala no meio das cadeiras e comecei a andar. Os joelhos pararam de doer, e consegui dobrá-los. Já posso sair sem a ajuda da minha filha e ter um sono tranquilo. Antes, acordava várias vezes de madrugada com dor. Estou muito feliz.”

Dupla cura

Um nódulo no abdome atormentava Lidiani Gomes Diniz Sousa. “Em 2011, operei, mas ele voltou. Estava sempre no hospital tomando medicação na veia. Eu teria de fazer uma nova cirurgia para retirá-lo, mas estava com medo. Quando o Missionário orou, senti como se algo me queimasse por dentro. Era o poder de Deus agindo, pois, quando passei a mão na barriga, a anormalidade tinha desaparecido”, afirma ela, que participou do segundo dia de reuniões em Brasília.

Lidiani Gomes – Foto: Rodrigo Di Castro

Na ocasião, Lidiani também foi curada de um problema no joelho direito. “Levei um tombo há dois anos, e a região ficava dolorida, principalmente quando eu fazia exercícios, como agachamentos. Por isso, tive de parar a academia. Agora, consigo dobrar a perna; estou ótima e retomarei minhas atividades físicas.”

Livre do novo coronavírus

Missionário se emocionou ao falar sobre a cura do Pr. Tiago Peres – Foto: Rodrigo Di Castro

Durante a passagem por Brasília, onde muitos declararam a cura de covid-19 por meio dos programas de televisão da IIGD, R. R. Soares se emocionou ao se lembrar da restauração da saúde do Pr. Tiago Peres, que o acompanhou nos eventos na capital. 

Contaminado pelo vírus SARS-CoV-2, o pastor ficou em estado grave e teve de ser entubado. “Os médicos diziam que o caso dele não tinha jeito, mas Jesus o abençoou. O Tiago melhorou, e, quando foi extubado, liguei e lhe dei uma palavra de fé. Ele orou e foi curado”, declarou o Missionário.

Força para vencer

Pr. Eduardo Santos – Foto: Rodrigo Di Castro

Fortalecimento espiritual. Esse foi o resumo da campanha de R. R. Soares em Brasília, na visão do Pr. Eduardo Santos, líder estadual da Igreja da Graça na capital do Brasil. “Em meio a tantas más notícias, as Boas-Novas do Evangelho e o poder de Jesus trouxeram aos brasilienses a convicção de que podemos confiar no Senhor diante de qualquer dificuldade”, afirmou o pastor, citando o Salmo 23, versículo 4: Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.

Confira os horários dos cultos e faça uma visita à sede estadual da IIGD em Brasília:

  • Segunda-feira: às 9h, 12h, 15h e 19h30
  • Quarta-feira: às 9h, 12h, 15h e 19h30
  • Sexta-feira: às 9h, 12h, 15h e 19h30
  • Domingo: às 7h, 9h30, 18h

Pernas pararam de doer

“Você que veio amparado por muletas e bengalas, ou que tem de se apoiar em uma pessoa para andar, venha à frente tomar posse da bênção. Chegou a sua hora de receber a vitória. Jesus levou todas as nossas enfermidades [Isaías 53.4,5] e está aqui para curá-lo”, afirmou R. R. Soares, antes da oração da fé, na sede estadual da Igreja da Graça em Belo Horizonte (MG), no dia 26.

Joaquim Vicente de Paula – Foto: Rodrigo Di Castro

Joaquim Vicente de Paula foi um dos que atenderam à convocação. Ele chegou ao templo apoiado em uma bengala e ajudado pelo enteado. Joaquim estava com as artérias entupidas e sentia dor. Segundo os médicos, a solução era amputar as pernas. “Mas eles disseram que nem esse procedimento poderia ser realizado por causa dos meus 93 anos de idade. Eu corria o risco de morrer durante a cirurgia. Então, teria de suportar aquela aflição.”

Ele enfrentava essa adversidade havia quatro anos, e os remédios não adiantavam. “Minhas pernas doíam demais quando eu caminhava ou ficava em pé. Eu e meu enteado chegamos cedo ao culto e nos sentamos nas cadeiras em frente ao altar. Ali, determinei a cura. Na oração, o milagre aconteceu: a dor sumiu, e andei normalmente. A vontade era correr de tão feliz que fiquei. Jesus me curou”, afirmou ele, emocionado. 

Andava amparada

Quando não era a bengala, o apoio de Darcilia Rocha de Matos era a filha, Airileusa Rocha de Matos. “Há mais de 40 anos, caí e machuquei os joelhos. Operei o esquerdo e fiquei bem. Entretanto, depois de algum tempo, tive problema no direito, que ficou sem cartilagem. Eu não andava bem, porque doía.”

Darcilia Rocha de Matos – Foto: Rodrigo Di Castro

De acordo com a filha, o ortopedista disse que o caso da mãe era incurável. “Mas eu tinha certeza de que Deus mudaria aquele quadro. Por isso, fui ao culto do Missionário em Belo Horizonte. Orei com fé, cantei A volta da vitória e fui abençoada. A perna melhorou, consegui caminhar e vou jogar a bengala fora”, garante Darcilia, que pretende voltar a costurar.

Sequelas da cirurgia sumiram

Após uma operação no tornozelo direito, em outubro de 2021, Wilson Dias dos Santos ficou com sequelas. “Colocaram uma prótese em mim, mas eu sentia dor ao me locomover. Apesar de tomar remédios fortes, só conseguia andar de muleta. Como não queria mais viver dessa maneira, busquei a cura no encontro de fé com o Missionário. Durante o clamor pelos enfermos, fui abençoado.”

Wilson Dias – Foto: Rodrigo Di Castro

Wilson colocou o apoio no ombro e caminhou sem limitação. “A dor sumiu, e estou pisando sem desconforto. Poderei subir as escadas do ônibus, ladeiras e fazer as atividades que não podia antes”, planeja Wilson, que recuperou a saúde em um dos cultos na capital mineira.

Tempos difíceis ficaram para trás

Pr. Paulo Sabino – Foto: Rodrigo Di Castro

O líder estadual da Igreja da Graça em Minas Gerais, Pr. Paulo Sabino, acredita que 2022 seja o Ano da Retomada, conforme afirma R. R. Soares, e que os tempos difíceis se foram. “O texto de Cantares, capítulo 2, versículos 10 a 12, diz que o inverno passou, e o tempo de cantar chegou. É maravilhoso ver o Missionário pregando em vários lugares e observar as pessoas recebendo a vitória. Hoje, tivemos muitos milagres nas três reuniões. É tempo de cantar! Sou grato ao Senhor por ser participante dessa obra linda de restauração. A Deus seja a glória.”

O pastor convida a todos para participarem das reuniões na sede estadual da Igreja em Belo Horizonte (Av. dos Andradas, 1.005 – Centro), às quartas-feiras, às 6h, 9h, 15h e 19h30; às sextas-feiras, às 9h, 15h e 19h30, e, aos domingos, às 7h, 10h, 15h e 18h.

Andou sem muletas

De Minas Gerais, o líder da Igreja da Graça foi direto para o Rio de Janeiro, onde fez uma reunião no bairro da Taquara, na zona oeste da cidade, no dia 27. Ele começou o encontro citando João, capítulo 8, versículo 36: Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres. “É nisso que devemos crer. Quando uma pessoa aceita Jesus, torna-se uma fonte de bênção para ela e todos ao seu redor. Quem encontra Cristo não tem de procurar mais nada”, afirmou R. R. Soares.

Maria Geralda de Paula – Foto: Rodrigo Di Castro

Maria Geralda de Paula ouviu atentamente a mensagem e, durante a oração da fé, determinou a cura do nervo ciático e da artrose no joelho direito. Ela padecia desses problemas havia cinco anos. Sentia muita dor e só podia se locomover com muletas: “Não tinha forças para fazer nada. Então, contratei uma pessoa para cuidar da casa e sair comigo quando eu precisasse ir ao banco, médico ou supermercado”, conta.

Ao virar o rosto, Maria Geralda sentia a visão escurecer de tanto que a coluna doía. “Foi um sacrifício entrar no táxi para ir à Igreja, mesmo com a ajuda da minha cuidadora. No veículo, não achava posição confortável para me sentar. Meu corpo parecia estar retorcido. Porém, segui confiante, e Jesus me abençoou. Ao término do clamor, a dor passou, e consegui andar sem as muletas.”

Coluna e joelho restaurados

O trabalho de Sirleia dos Santos Araújo a obrigava a pegar muito peso, e isso afetou sua coluna. “Eu sentia bastante dor, porque pegava até 50kg de saca de farinha. Foram cinco anos nessa labuta. A situação se agravou quando caí da escada e bati com o joelho esquerdo no chão. Como os tratamentos não surtiam o resultado esperado, eu andava com dificuldade e precisava da ajuda da minha filha para fazer os serviços de casa. Essa dependência me entristecia.”

Sirleia dos Santos – Foto: Rodrigo Di Castro

Quando soube da reunião na Taquara, Sirleia decidiu participar. “Determinei a vitória e fui curada. A dor sumiu, e estou caminhando bem. Quando chegar à minha casa, vou arrastar os móveis, varrer, passar pano em tudo. Será uma grande faxina.”

Palavra de salvação e fé

Pr. Marcelo Moraes – Foto: Rodrigo Di Castro

“É uma alegria receber o Missionário em nossa Igreja. Deus levantou esse grande homem para levar a palavra de salvação ao Brasil e ao mundo. Foi uma bênção! Esse encontro vai ficar marcado no nosso coração”, disse o Pr. Marcelo Moraes, dirigente da IIGD na Taquara (Estrada dos Bandeirantes, 1.000), onde os cultos de domingo acontecem às 8h, 10h, 15h e 18h.

Mobilidade e independência recuperadas

No dia 28, na Igreja da Graça em Suzano (SP), R. R. Soares orientou o povo a mandar o mal embora cantando A volta da vitória. “Comece a determinar a bênção, e Deus vai curar você”, afirmou ele, antes de clamar em favor dos enfermos, ocasião em que Paulo de Paula alcançou o milagre desejado. “Sofri uma queda da escada e fraturei a rótula do joelho e a tíbia da perna esquerda. Fui operado, e os médicos colocaram oito pinos e uma placa para sustentação.”

Paulo de Paula – Foto: Rodrigo Di Castro

Após ficar 13 dias internado, ele recebeu alta médica, mas ainda não conseguia firmar o pé no chão. Nessa época, ficou dependente da esposa, Suely Cristiane Lima de Paula. “Além de levá-lo ao hospital, eu o ajudava a se alimentar e fazer a higiene pessoal. Ficava triste em vê-lo naquela situação, porque ele sempre foi muito ativo.” 

Quando melhorou um pouco, Paulo teve de usar apoio. “Foram dias difíceis, pois nem conseguia dormir direito. No entanto, Jesus me ouviu. Estou andando sem as muletas que me acompanharam nestes quase dois meses de sofrimento. Só quero passear com os cachorros e reformar a minha casa.”

Conseguiu movimentar o joelho

A maratona de milagres terminou na Igreja da Graça em Itaquera (SP), no dia 29 de janeiro, quando o Missionário afirmou: “Vim trazer a bênção do Senhor, e pode ter certeza de que Ele vai operar em nosso meio hoje. Jesus disse em Mateus, capítulo 11, versículo 28: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Então, venha até Ele com fé e receba a cura e a libertação.”

Depois da mensagem, o pregador orou pelo povo, e muitas pessoas ficaram livres de enfermidades. Foi o caso de Algemira Maria de Paula. Em decorrência da artrite e artrose, a locomoção era limitada. “Ela sofria desse mal havia cinco anos. Passava a maior parte do tempo deitada e precisava de ajuda para se levantar, vestir-se e fazer a higiene pessoal”, conta o neto, José Roberto Sanches Cury.

Ele viajou de Nova York até São Paulo só para levar a avó ao culto. “Soube da reunião pelo YouTube e vim ao Brasil especialmente para participar do evento com ela. Sabia que Deus iria curá-la. Quando o Missionário chamou os enfermos à frente, fui com ela bem devagar. Suplicamos com fé, e o milagre aconteceu”, declarou Roberto.

Após receber a graça, Algemira andou normalmente e até levantou o joelho, algo então impossível. “Percorri o corredor da Igreja sem o apoio do meu neto. Não ficarei mais o dia todo deitada. Quero me exercitar, fazendo caminhadas e hidroginástica. Estou feliz demais!”.


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